
Wall Street recupera ganhos com alívio no petróleo, mas teme novo aperto monetário da Fed
As bolsas de Nova York fecharam em alta, com o Dow Jones subindo 0,98%, após alívio nos preços do petróleo acalmar temores de novo aperto monetário da Fed.

As bolsas de Nova York fecharam em alta, com o Dow Jones subindo 0,98%, após alívio nos preços do petróleo acalmar temores de novo aperto monetário da Fed.

Ainda que 92% das empresas financeiras adotem IA, apenas 2,7 em 5 demonstram maturidade efetiva, evidenciando desafios críticos na governança e operacionalidade tecnológica.

Correios avançam com empréstimo recorde de R$ 7 bilhões, garantido pelo Tesouro e em consórcio bancário, para conter prejuízos semestrais que ultrapassaram R$ 14 bilhões.

O Banco do Brasil retoma parcialmente as operações presenciais após a aprovação de mais de 100 bases sindicais no ACT, enquanto 18 entidades rejeitam o acordo, mantendo paralisação que afeta o atendimento presencial.

As bolsas europeias fecharam em alta, com FTSE MIB liderando alta de 1,36%, refletindo renovado apetite ao risco após queda do petróleo e tensão fiscal na França.

A união de Ana Hickmann e Edu Guedes demanda pacto antenupcial para organizar divisão patrimonial complexa, envolvendo imóveis, investimentos e negócios, visando evitar conflitos futuros.

O vazamento de documentos do caso Banco Master, determinados pelo STF, aciona forte alta do dólar e queda de 0,90% no Ibovespa, evidenciando impacto imediato no mercado financeiro.

O uro estabiliza-se em US$ 4.408,9/onça, mas cede terreno semanal diante da expectativa de manutenção da política de juros do Fed até 18.

Tesouros de longo prazo atingem máximos críticos com o 30 anos a 5,354%, refletindo pressão inflacionária persistente.

Small caps valorizam mais de 15% em semana eleitoral, impulsionadas por investidores e expectativa de estabilização macroeconômica.

A deflação mensal de 0,32% em agosto, impulsionada por alimentos e energia, interrompeu a alta e reforça cautela diante da persistente inflação.

A queda histórica de 2,3 milhões de barris diários, empurrando a produção saudita a 6 milhões bpd, revela vulnerabilidades expostas por ataques logísticos sem precedentes.